
Foto: Reprodução
E já que acabou o carnaval, bora fazer, ano começando e Deus disse: “Faça por onde que eu te ajudarei.” Então vamos bora fazendo!
Estava aqui na minha busca incansável para o post dessa semana, quando na minha timeline alguém posta esse vídeo e me marcar para ver.
Confesso que pelo título achei que fosse mais uma vez aquele tipo de vídeo onde gays são humilhados e ninguém faz nada, mas para a minha surpresa foi tudo bem diferente.
O vídeo foi gravado por uma nova iorquina chamada Elena Beloff, ela estava presente no metro quando aconteceu o ocorrido e a agradeço por te-lo registrado.
Muito se engana, você amiguinho, que pensa que a homofobia e o fanatismo religioso são realidade apenas da nossa pátria amada, e como em São Paulo e no Rio de Janeiro, em Nova York as “pessoas” também pregam no metro.
Eu sinceramente acho que por ser um local público, toda a demonstração de fé deveria ser proibida, até mesmo por que nem todos compartilham da mesma crença e ficar ouvindo os outros te julgarem após um dia cansativo de trabalho não é nada legal.
Mas, não foi o que ocorreu nesse vídeo gravado no metro de Nova York, onde um “pregador de metro” gritava a sua crença para que todos ouvissem – existe um certo “procedimento” que é recomentado para os usuários de metro quando esses pregadores começam a falar, fingir que eles não existem e deixa-los ir embora – mas não foi o que fez esse homem cujo o nome é desconhecido.
Em resposta ao discurso homofóbico do pregador, que incluiu pérolas como “Michael Jackson morreu porque ele era gay”, o homem desconhecido não se cala e luta pela sua verdade.
“E eu sou um homem bom. E eu sou um homem gay e Jesus me ama. Jesus me ama!“
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