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Tag Archives: homofobia

Stephen Fry entrevista Jair Bolsonaro

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Stephen Fry rebate a homofobia de Bolsonaro

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Stephen Fry é ator, roteirista, apresentador de televisão, cineasta e comediante britânico que em um de suas andanças pelo mundo parou no Brasil para conhecer a Sra. Angélica Ivo, mãe de Alexandre Ivo, de apenas 14 anos, brutalmente torturado e assassinado por ser gay no Rio de Janeiro.

A entrevista entre Stephen Fry e Angélica Ivo é emocionante. Impossível não assistir seu depoimento sobre o filho e não se emocionar. Quantas mães passam por isso diariamente? Esperam seus filhos voltarem da rua mas esses nunca voltam, todos vítimas da homofobia.

Em contra partida Stephen Fry entrevista o famigerado homofóbico de carteirinha, Jair Bolsonaro, que tenta de todas as maneiras impressionar o entrevistador com suas opiniões arcaicas, preconceituosas e intolerantes, mas Fry não deixa barato e responde a altura de nosso dePUTAdo.

Já pode odiar o Jair Bolsonaro um pouco mais logo nos primeiros segundos da entrevista, onde diz que o jovem Alexandre Ivo pode não ser vítima de homofobia e que militantes usariam essa desculpa para levantar bandeiras a favor dos direitos gays no Brasil.

Jair Bolsonaro

O ápice da ignorância de Jair Bolsonaro é quando afirma que não existe homofobia no Brasil, já que os dados que ele expõe [mentirosos, claro] dizem que 90% dos gays e lésbicas mortos no Brasil morrem em locais de consumo de drogas, prostituição ou mortos por parceiros.

Pior de tudo é ainda ter que ouvir que o projeto engavetado, Escola Sem Homofobia é uma forma de nós gays estimularmos a homossexualidade e recrutar crianças para as trincheiras das boates gays. Sério, nem sei como alguém pode pensar numa barbárie dessas! Qual parte do sexualidade não é ensinada mas inata que ele não entende? Quantos cientista deverão afirmar isso para ele entender?

Antes de dar o play no vídeo de Stephen Fry entrevistando Jair Bolsonaro, conte até 10. Respire fundo e corra atrás de sua paciência, porque é tenso ouvir as asneiras que o dePUTAdo fala, mas ainda bem que Stephen Fry retruca e o coloca em seu devido lugar.

Stephen Fry entrevista Jair Bolsonaro e Angélica Ivo:

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Eu sou Gay em bagagem de passageiro

eu sou gay

Eu sou Gay na minha bagagem?

eu sou gay

Qual seria a sua surpresa se ao pegar a sua mala na esteira do aeroporto e nela estivesse escrito: Eu sou Gay? Pois foi exatamente isso o que aconteceu com um passageiro quando chegou a seu destino. Diversas etiquetas foram coladas em sua mala, formando a frase ‘Eu Sou Gay‘.

O passageiro sentiu-se completamente constrangido já que ao pegar a sua mala, todos os outros passageiros do voo o encararam. O pior foi que estava em uma conexão, portanto precisou pegar sua mala mesmo adesivada com a frase ‘Eu sou Gay‘ e circular pelo aeroporto para não perder sua conexão.

Após reclamação em seu blog, One Sleppy Dad, a empresa Jetstar pediu desculpas e agora tenta averiguar o que acontece… Agora eu digo: O que aconteceu foi uma total falta de respeito, profissionalismo e total homofobia ao passageiro.

Humilhado, o passageiro que não se identificou diz: ‘Não são as palavras que ferem. É a intenção por trás delas. ‘Eu sou gay’ não foi escrito na minha bagagem como uma celebração. Foi usado em tom pejorativo, para humilhar‘.

O passageiro em questão é hétero, e completa: ‘Eu sou um homem heterossexual branco. Isso significa que eu não estou rotineiramente submetido a preconceito. Mas, por alguns minutos, andei na pele de um gay em um lugar público. Se o que eu senti por aqueles poucos minutos é vivido a cada dia por outras pessoas, então eu posso entender completamente por que nossos amigos gays se sentem perseguidos‘.

Não sei vocês, mas acredito que um pedido de desculpas não resolva toda o constrangimento que o passageiro foi obrigado a passar por conta dos funcionários que cuidam da bagagem no aeroporto. Uma situação dessas é digna de um processo milionário, ainda mais nos EUA onde as coisas realmente funcionam.

Espero que a Jetstar pague caro pela atitude de seus funcionários e que estes, assim que descobertos, sejam despedidos!

Kuwait tentará proibir gays de entrar no país

kuwait gay

Kuwait e a homofobia

kuwait gays

Em pleno século 21 ainda nos deparamos com países que tratam gays e lésbicas como cidadãos de segunda categoria, o Kuwait tentará proibir gays de entrar no país e tentará, através de alguns exames de rotina para detectar a homossexualidade nos estrangeiros que tentarem entrar no país.

Ainda me pergunto como serão esses exames, já que é impossível diferenciar um gay de um hétero apenas por um exame. Homens gays e héteros tem a mesma fisiologia, então é meio estranho ler uma notícia como essa. Não entendo que pessoas sejam homofóbicas, mas ser burro é um pouco demais, né?

Tal medida esdrúxula será discutida no dia 11 de outubro pelo Comitê Central do Golfo e se for aprovada será vigente em não apenas no Kuwait mas ainda no Bahrein, Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

O Diretor de Saúde Pública do país, Yousuf Mindkar, diz: ‘Centros de saúde conduzem testes médicos para assegurar o estado dos expatriados que chegam aos países do CCG, mas vamos adotar medidas mais duras para nos ajudar a detectar os gays, que serão impedidos de entrar no Kuwait e nos outros países do CCG‘.

homossexualidade é considerada crime no Kuwait e tem como pena 10 anos de prisão para gays e lésbicas que forem pegos. Uma tristeza! O Kuwait há aproximadamente 2,6 milhões de habitantes, levando dados mundiais sobre a homossexualidade, estima-se que 10% da população mundial seja gay, portanto 260 mil gays e lésbicas do país precisam se esconder para não serem presos ou até mesmo mortos.

Em 2012, no Kuwait policiais prenderam dois homens por acharem que eles estavam se pegando em um carro no estacionamento de um café. A polícia encontrou ao revistarem o casal um ‘contrato de casamento‘ já com 4 anos. Eles planejavam viajar para o exterior para obter uma certidão de casamento legal. Nem preciso falar que foram presos, né?

Homofóbica recebe carta de seu pai

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Homofóbica e sem coração

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O que dizer de um pai que escreve uma carta para sua filha homofóbica, que expulsou o filho de casa depois de contar que é gay, uma carta onde simplesmente acaba com ela? Aposto que a homofóbica ficou com a cara na poeira, já que o pai dela simplesmente arrasou no que escreveu.

A carta que a homofóbica recebeu

homofóbica carta

Querida Christine:
Estou desapontado com você como filha. Você está certa sobre termos uma ‘vergonha na família’, mas errada sobre qual seja.
Expulsar Chad da sua casa simplesmente porque ele te contou que é gay é a real ‘abominação’ aqui.
Pais renegarem seus filhos é o que vai ‘contra a natureza’.
A única coisa inteligente que escutei você dizer foi que ‘você não criou seu filho para ser gay’. Claro que você não o fez. Ele nasceu assim e não procurou isso, da mesma forma que não quis ser canhoto.
Você, no entanto, fez a escolha de magoá-lo, ter a mente fechada e ser conservadora.
Então, já que estamos nessa de renegar nossos filhos, vou aproveitar o momento para te dizer adeus.
Eu agora tenho um neto fabuloso [como dizem os gays] para criar, e não tenho tempo para ter uma vadia sem coração como filha.
Se encontrar seu coração, ligue pra gente.
Papai

Juro que gostaria de entender o que leva um pai ou uma mãe a ter uma atitude tão homofóbica com seu filho, a ponto expulsa-lo de casa ou até mesmo de espanca-lo. Há diversos casos, de pessoas próximas até, que tem problemas em casa por conta de sua sexualidade.

Que bom que o filho dessa babaca homofóbica tem um avô que o ama de verdade e o acolheu em sua casa, renegando a atitude da filha. Quem sabe assim o Chad pode viver sua vida plenamente, ser ter ao lado alguém que não o compreende, que o ama da forma que ele é.

Parabéns para o Vovô!

Público gay ganha anúncio de macarrão

público gay pink money

Público gay e a força do Pink Money

público gay pink money

No mundo todo homens, mulheres, transgêneros, gays, héteros e bissexuais entram em um boicote contra a marca Barilla Homofóbica que através de seu presidente, Guido Barrila, se pronunciou dizendo que não quer ter casais gays em comerciais do seu macarrão porque sua empresa privilegia a ‘família tradicional‘.

Ainda não sabemos o que significa família tradicional. Será que é pai, mãe e filhos? Ué, mas em um mundo onde muitas famílias são chefiadas por mulheres, onde pais solteiros criam seus filhos, netos moram com seus avós, irmãos e irmãos vivem juntos sem os pais… O que é família tradicional?

público gayNa minha concepção família tem um significado amplo, maior do que uma simples palavra! Família é onde exista amor, seja eles parentes ou não, casados ou não, amantes ou não, homens e mulheres ou não. Isso é família e uma empresa julgar o que é certo ou errado na vida das pessoas dá nisso, boicote! E fico feliz em saber que há muita gente boicotando a Barilla.

Em contra partida a concorrente, a marca De Cecco, aproveita o preconceito da rival e mostra que respeita sim a diversidade sexual e cria um anúncio para o público gay onde diz: ‘De Cecco. Nós somos diversos. Onde há De Cecco, há respeito‘.

Outra empresa do ramo de molhos criou um anúncio para o público gay mais do que friendly, eis que tem um casal gay se beijando com uma simples frase: ‘Onde tem Althea, tem família‘. [Abaixo]

público gay

Uma coisa é certa, o Pink Money, o Mercado Gay, o Público Gay em si aprende a cada dia a escolher as empresas que consome pensando em como tais marcas e produtos se posicionam com relação aos direitos gays e respeito pela diversidade sexual. Aqui no Brasil as coisas andam devagar, poucas empresas anunciam para o público gay mas sonhamos que isso mude em breve.

O público gay merece respeito!

Comercial de pasta para o público gay:

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| Bertolli | 2009 |

Barilla Homofóbica – Boicote já!

barilla homofóbica

Barilla Homofóbica

barilla homofóbica

O presidente da marca Barilla que produz macarrão e outras massas, Guido Barilla, que agora tratarei apenas como Barilla Homofóbica, fez uma declaração contra LGBTs do mundo todo ao dizer em um programa de rádio que não gostaria de ter casais gays em qualquer tipo de anúncio de sua marca e que as diretrizes de sua empresa é privilegiar a ‘família tradicional’ [sic].

A merda não está apenas nessa declaração, mas no que Guido disse depois: ‘Se você é gay e não gostou do que eu disse, pode comer outra marca de macarrão. Todo mundo é livre para fazer o que quiser, desde que não incomode ninguém‘.

Você pensa que o presidente da Barilla Homofóbica calaria a boca? Não, mas poderia! Guido Barilla ainda diz ser contra a adoção de crianças por casais gays, já que a criança não é capaz de escolher se gostaria ou não de ser adotada por pais gays.

Como quem tem koo tem medo, o presidente da marca Barilla Homofóbica resolveu, logo no dia seguinte, se desculpar já que viu a merda tomando grandes proporções: ‘Sobre minha declaração de ontem, peço desculpas se minhas palavras geraram controvérsia ou mal-entendido e se ofenderam a sensibilidade de algumas pessoas‘, disse o babaca homofóbico.

Na realidade não houve nenhum mal entendido sobre as declarações do presidente da Barilla Homofóbica, deu para entender bem que a empresa simplesmente não respeita a comunidade gay e que para eles pouco importa se compremos ou não sua marca.

O pior de tudo é ainda ter que ler que ele diz ter um profundo respeito por todas as pessoas, sem qualquer tipo de distinção e que escolhe representar a família, porque é o símbolo da hospitalidade e carinho para todos. Entendo nessa declaração que ao negar que um casal gay é uma família, ele simplesmente fez distinção.

De hoje em diante nunca mais comerei nada da Barilla Homofóbica! A partir do momento que o presidente de uma empresa faz esse tipo de declaração, simplesmente não merece que eu consuma NADA de seus produtos, seria bacana se todos fizessem o mesmo, apesar de empresa não ter filial aqui, seu produtos são vendidos em nosso país.

Quem quiser enviar suas declarações a empresa, só clicar ~> Barilla Homofóbica!

Campanha contra Homofobia da ONU

campanha contra homofobia ONU

Campanha contra Homofobia: ONU

campanha contra homofobia ONU

O que existe em todos os cantos do mundo, que é acolhido e celebrado em alguns países mas ilegal em 76, em 7 deles é considerado crime e tem como punição a pena de morte? Sim, a homossexualidade!

A ONU, Organização das Nações Unidas luta para que o preconceito, perseguição, torturas e mortes de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros acabe e através de uma campanha contra homofobia alerta as pessoas do mundo sobre o que acontece nesses países onde a gays e lésbicas são considerados párias da sociedade e mortos com requintes de crueldade.

Quantos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros são agredidos por seus pais e familiares, expulsos de casa, torturados, intimidados na escola por conta do bullying homofóbico? Dezenas, centenas, milhares… Todos nós conhecemos pelo menos um caso desses.

O secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon diz no vídeo: ‘As Nações Unidas tem uma mensagem simples para as milhões de pessoas LGBT em todo mundo: Você não está sozinho!‘ E não estamos mesmo!

Toda nação do mundo é obrigada pela lei internacional dos direitos humanos a proteger todas as lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros de tortura, discriminação e violência.

E é exatamente contra isso que a campanha contra homofobia da ONU vem lutar!

Assista o vídeo da Campanha contra Homofobia:

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Quem sou eu para julgar os gays, diz o Papa

Que sou eu para julgar os gays?

Quem sou eu para julgar os gays?

Que sou eu para julgar os gays?

Papa Francisco surpreendeu o mundo ao dizer a frase: ‘Quem sou eu para julgar os gays?‘ durante uma entrevista aqui no Brasil. O pontífice da Igreja Católica completa que mesmo assim não julgará os padres de sua religião por sua orientação sexual, fazendo um grande contraste com os Papas que o antecederam.

Se você pensa que suas afirmações terminam por aí está muito enganado! Ainda durante a entrevista completa: Se alguém é gay e procura o Senhor, tem boa vontade, quem sou eu para julgar os gays?

Em contrapartida o Papa Francisco fala: ‘Enquanto os atos homossexuais [sexo gay] é pecaminoso, ser gay não é. O catecismo católico explica isso muito bem e os gays não devem ser marginalizados por causa de sua orientação sexuais e sim integrados a sociedade.’

O que esse discurso tem de errado: O Papa de certa forma usa artifícios inteligente para passar sua real mensagem. Dizendo ‘Quem sou eu pagar julgar os gays‘ ele consegue a atenção para o assunto, abrindo espaço para as pessoas pensarem a respeito e logo emenda que ser gay tudo bem, mas desde que não faça sexo com outros homens, adote crianças ou se casem…

Indo a fundo na frase ‘Quem sou eu para julgar os gays‘: Olha, eu não julgo os gays, viu? Mas acho que no fundo ser gay é errado!

O Papa Francisco comenta sobre um suposto lobby gay no Vaticano, que pediu a saída do Papa Bento XVI de seu cargo no ano passado. Seria como uma máfia gay que controla por baixo dos panos as ações da religião católica e seus caminhos.

Sinceramente não acho impossível de acontecer, já que máfia, lobby, política existe em todos os lugares, inclusive nas religiões. Indo mais fundo, um grupo de padres gays influentes tentam de alguma forma mudar as visões da religião católica ou até mesmo controlar seu caminho.

Apesar de falar ‘Quem sou eu para julgar os gays?‘ o Papa Francisco não é favor da adoção de crianças por casais gays e ao casamento gay. Há coisas que não realmente não mudarão nunca, os católicos veem o casamento como algo divino, misturando um pouco a realidade de seus dogmas religiosos com direitos civis. Direito dele pensar assim? Com certeza e ainda completo que essa posição nunca mudará!

O discurso contra gays continua o mesmo, só mudou a roupa que usa para passar a mesma mensagem. Isso é uma verdadeira Pegadinha do Mallandro.

Pegadinha do Malandro

Homofobia no Carrefour João Dias

homofobia no carrefour

Homofobia no Carrefour

Um dos maiores hipermercados do Brasil simplesmente não sabe contratar funcionários. No dia 22 aconteceu um caso de homofobia no Carrefour da Avenida João Dias.

Leia o relato da vítima de homofobia no Carrefour:

homofobia no carrefour

Robson Chateumbriant, a vítima de homofobia no Carrefour

Ao ir no Hipermercado Carrefour João Dias, por volta dás 18:30, deixei meu carro estacionado no piso superior e subi para o Mercado como um cliente qualquer. Ia comer um lanche no Mc Donald’s, mas não estavam com sistema para cartão de crédito.

Desci para ir até o terminal João Dias, sacar dinheiro e subir novamente para comer. Desci pelas escadas normalmente, quando vi que o Johnny que estava comigo estava olhando com cara feia para alguém. Quando eu resolvi olhar para saber para quem ele estava olhando com cara feia, me dei conta que ele e o segurança estavam se encarando feio. Ao olhar para o segurança, ele se dirigiu a mim com um palavão. Eu, na inocência, pensei ter entendido errado e perguntei o que ele tinha dito novamente ele falou outro palavrão.

Cheguei perto dele para ter certeza se era mesmo um palavão, porque eu poderia estar enganado ou ele poderia estar me confundindo com alguém.  Ao chegar perto ele me xingou pela terceira vez e me mandou sair de perto dele. Foi quando ele me disse: ‘Sai fora que aqui não é lugar de viado ficar circulando.’

Eu, sem entender, perguntei se ele era louco de me chamar só para me ofender.  Ele disse que sabia muito bem de pessoas do meu tipo e me mandou ‘vazar‘ de lá. Foi aí que me irritei e começamos a discutir em tom muito alto e vieram todas aquelas pessoas para ficar olhando, a discussão. Quando o segurança percebeu que eu não iria sair de lá só porque ele queria e aparentemente por motivo algum, ele disse que se ele me pagasse na rua, ele me quebrava a cara.

Eu disse para ele ser homem o suficiente e me bater naquela hora mesmo. Pois eu não havia furtado nada no mercado e muito menos havia mexido no carro de ninguém dentro do estacionamento.  Foi quando chegou outro segurança e ficou entrando na minha frente e na frente do seu colega de trabalho para tentar apaziguar a discussão entre nós

Ao perceber que aquele discussão já havia ido longe demais, o segurança desceu da moto e me deu um chute. Na mesma hora desferi um soco em seu rosto e começamos a sair na mão como dois selvagens sem educação. O outro segurança, ao invés de separar a briga, ficou segurando o Johnny para não entrar no meio. Porque ele havia pensado que eu estava roubando alguma coisa e deixou o segurança me bater ainda mais.

Pelo fato do segurança ser gordo, ele estava se cansando da briga, pegou o seu Rádio de Comunicação e me desferiu alguns golpes na cabeça, fazendo com que na mesma hora jorrasse muito sangue da minha cabeça. Os clientes do mercado começaram a gritar dizendo que o segurança estava errado e que eu não havia feito nada.

Nessa hora, o segurança quis subir na moto para ir embora, mas eu fui e o empurrei da cima da moto para que caíssem os dois no chão. Pois ele foi tão covarde, que nem foi homem o suficiente para sair na mão comigo em usar instrumentos para me agredir, mesmo com todo aquele tamanho que ele tinha.

Ao perceberem que a proporção daquilo tinha se tornado muito grande, apareceram uns 15 seguranças, uns 3 chefes da segurança, gerente, coordenador e muito mais para saber o porque daquilo tudo.

Nisso, vários clientes já haviam ligado para a polícia e para o SAMU. Pediram para que eu ficasse sentado aguardando a polícia e o socorro chegarem. Lá mesmo fiquei. Permaneci sentado em cima da moto que ainda se encontrava no chão.

Clientes furiosos queriam linchar o segurança, o xingaram de todos os nomes possíveis. Depois de aproximadamente 1h30 chegou a polícia que ao me verem naquele estado, já logo me deram razão, dizendo que ele foi um despreparado porque nem se eu estivesse roubando ele deveria ter me batido.

Fui para o hospital sozinho pois o SAMU ainda não havia chegado, e estou tomando todas as providências devidas para processar o Segurança, a Empresa Terceirizada de Segurança que presta serviços para o Carrefour e também o próprio Carrefour, por ter a irresponsabilidade de contratar uma empresa que não capacita os funcionários para lidar com determinadas situações.

Fui até a delegacia, fazer um B.O, fui fazer exame de Corpo de Delito no IML e agora estou esperando para sair o Laudo do IML e ir procurar um advogado, já que a causa é ganha! Vão pagar por isso que fizeram comigo e serão impedidos de fazer com que outras pessoas passem pelo que eu passei!

Fiquei me perguntando: ‘E se ele estivesse armado? Teria me matado?‘ Na verdade eu sei o motivo da agressão barata. Foi Homofobia, e isso MATA! Eu garanto que se eu fosse um ladrãozinho de supermercado, ele teria ficado longe de mim, por medo. Mas não. Como sou um cidadão de bem ele preferiu me ofender pelo simples fato de se incomodar com a minha cara e minha aparência!

Triste ver esse tipo de história de homofobia no Carrefour.

Como fazer com que os homofóbicos parem de achar que ser gay é errado?

homofobia filhos casal gay

Como calar a boca dos homofóbicos? Fazendo filhos infinitos…

calar a boca dos homofóbicos

“Um dos motivos das pessoas falarem q ser homosexual é errado é pq eles ñ podem gerar filhos, mas se um casal gay que quer ter filhos procurar um casal de lésbicas que tbm quer ter filhos, juntos podem fazer filhos infinitos, e só dividir depois não havendo extinção.”

Werley.

Oi, Werley, tudo bem?

Receber seu e-mail pareceu estranho, senti que você acordou pensando no assunto e resolveu escrever… do nada.

Não acho que a solução que você pensa seja a mais certa para resolver o problema da homossexualidade perante a igreja ou os religiosos/homofóbicos. E bom.. fazer filhos infinitos não seria nada fácil também.. rs

Fora que casal gay e casal lésbico podem gerar filhos sem que a ajuda seja necessariamente de outro homossexual. Basta ir num banco de esperma/óvulos e fazer um bebê através por inseminação artificial. No esquema que vai rolar em Amor à Vida, saca?

Isso quer dizer que o casal gay não vai precisar comer a mulher que vai gerar o filho deles e nem o casal de lésbicas terá que dar a periquita para o doador de esperma… O foda é que é beeeem caro fazer algo assim… Mais caro que um óculos com strass da D&G.

Enfim, motivo para achar que a homossexualidade é errada não vai faltar nunca. Porque não falta ignorância no mundo. A gente tem mais é que seguir vivendo e tentar ser feliz como somos. Dane-se o que o mundo pensa de nós.

Beijas.

L^^e!))).

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